Fonte Multissaída

FC Fontes – Fonte de Alimentação Multissaída para CFTV

Transcrição do Vídeo: Fala pessoal, tudo bem com vocês? Espero que esteja tudo bem.

Hoje eu vim apresentar pra vocês mais um novo parceiro aí da ParkSeg Academy, a FC Fontes.

A FC Fontes fica localizada em Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais, e ela vem desenvolvendo, inovando e desenvolvendo o que há de melhor em fontes, tanto pra CFTV, automação industrial, área hospitalar, notebooks. Então, é uma parceira aí de peso aí entrando na ParkSeg Academy pois a gente consegue, assim, oferecer o que há de melhor pros nossos alunos, aí, na hora da, dos treinamentos em bancada e treinamentos, aí, na cidade ParkSeg.

Uma grande vantagem, também, da, da, das fontes da FC Fontes, é que elas têm 24 meses de garantia e também troca expressa.

Hoje a gente vai conhecer um pouquinho da fonte de alimentação Multissaída, 12V 3A.

Então, vamos ver ela?

Então, detalhe, aquilo que a gente falou ali, 24 meses de garantia e troca expressa, esse aqui é muito importante pra pro instalador, né?

Pra quem tá consumindo esse produto, ter essa garantia. Então, e, inclusive, troca expressa, né? Então, isso é muito importante.

Então, vamos abrir aqui.

Então, essa fonte, ela possui uma proteção total contra curto, tensão, carga e temperatura.

Baixo consumo de energia, ela não esquenta, ela tem o LED indicativo, quatro saídas parafuso né?

E o suporte pra parafusar e a tampa protetora com guia, né? Então, eu tenho a tampa protetora e a guia. Então, aqui fica bem fácil a gente tá manuseando essa fonte e ela é ideal, também, aí, pra sistemas, aplicações, tanto em CFTV, como automação, centrais de alarme, impressoras, videoporteiros, né?

Segurança em geral e também um ela possui a menor interferência que é pra evitar sinais aí de alta frequência, então ela é projetada pra sistemas de vigilância também.

Quer saber mais sobre a FC Fontes acesse o site que está aparecendo ai na sua tela e siga a FC fontes nas redes sociais, a gente se vê no próximo vídeo, valeu!

7 Passos para elaborar um eficiente projeto de CFTV

Quando falamos em projeto de CFTV logo pensamos na sua complexidade, já que tem tanta tecnologia disponível no mercado e tantas opções diferentes de câmeras, acessórios para selecionar e comparar.

Quer saber como montar um projeto de CFTV eficiente? Neste post, vamos explicar os principais pontos sobre as tecnologias existentes no mercado e apresentar 7 dicas de como fazer isso da maneira correta. Confira!

1- Defina o objetivo do projeto

Alguns projetos são para monitoramento residencial e outros a nível empresarial ou industrial. Entenda as principais motivações e identifique as expectativas para se desenvolver uma solução aderente às necessidades do projeto.

Um projeto de CFTV pode ser idealizado baseando-se em diversos fatores, no caso de um projeto empresarial, a atividade da empresa , o formato de visualização ou mesmo em atendimento a uma legislação vigente.

O objetivo pode ser atender a uma necessidade específica, como segurança de um perímetro em uma residência, coibir a incidência de furtos, monitorar processo produtivo de uma determinada máquina em uma empresa, acompanhar entrada e saída de veículos no estacionamento,  utilizar funções de monitoramento de temperatura das pessoas que estão acessando a entrada da empresa, fazer contagem das pessoas (esses dois últimos itens muito solicitados pós pandemia) além da função da segurança em si.

2- Não se esqueça do Armazenamento

Para quem está prestes a investir em um sistema de CFTV, a gravação e o armazenamento das imagens obtidas são fundamentais. Seja para auditorias, melhorias de processos, investigação de ocorrências ou exigência legal, se as imagens não forem bem armazenadas, minutos preciosos de gravação do CFTV podem ser perdidos.

3- Defina do local e posicionamento das câmeras de segurança

Uma câmera de segurança pode ser utilizada com o objetivo de obter uma visão geral de uma grande área, de maneira que se consiga visualizar de forma superficial as movimentações de uma cena. Possivelmente, será instalada em local alto e livre de obstáculos.

Havendo a necessidade de identificar indivíduos ou obter detalhes mais precisos, a câmera ficará posicionada mais próximo da cena. Essa condição também se aplica para a maioria dos casos onde se utiliza analíticos de imagens.

O local e o posicionamento são informações relevantes na definição dos requisitos desejáveis para as câmeras.

Exemplo posicionamento Câmeras de CFTV

4- Definição das câmeras para o projeto de CFTV

Qual tipo de câmeras é melhor? Analógicas, IP ou ainda um CFTV misto? A resposta é: depende.

As características dos projetos são distintas e trazem diferentes benefícios e desafios. Por exemplo, enquanto em um projeto IP é necessário se preocupar com a qualidade da rede, em um projeto com câmeras analógicas, o cabeamento de transmissão entre câmeras e DVR’s é o foco. Assim, quanto maior a distância entre as câmeras e a base, mais complexa será a preparação do cabeamento para o projeto, que, em contrapartida tem em geral menor custo e implementação mais rápida.

Caso opte pelo Sistema de CFTV IP, esse necessita de uma rede Ethernet implantada no local. Caso tenha uma rede em funcionamento que será compartilhada com as câmeras, verifique se essa rede possui condições de manter todos os sistemas em funcionamento. O administrador da rede deve participar dessa etapa.

  • Existem portas livres nos switches para as câmeras novas?
  • O Switch irá suportar esse novo tráfego?
  • É PoE? Já falamos sobre alimentação PoE anteriormente.
  • Possui capacidade para alimentar as câmeras?

Caso não tenha uma rede implantada, elabore um novo projeto e complemente os documentos anteriores (lista de materiais e planta baixa).

Importante: Protetores de surto e sistema de aterramento não devem ser esquecidos.

As variáveis são muitas e, por isso, é preciso encontrar um equilíbrio entre objetivos e recursos.

5- Definição do Software de Monitoramento

O software de vídeo monitoramento (VMS) fornece as funcionalidades para gerenciamento do sistema de CFTV, efetuando a gestão de todas as câmeras independente do fabricante, permitem definir o envio para diferentes formas de armazenamento a partir da integração com centenas de diferentes dispositivos e cloud computing, além da padronização de ações e automação de eventos que facilitam a operação e as rotinas do operador.

Exemplo de Tela de VMS

6- Defina a central de monitoramento

Esse é o coração do sistema, e como todo coração deve estar protegido e funcionando bem. Alguns pontos devem ser respeitados:

  • Utilizar servidores: Esses equipamentos foram desenvolvidos para trabalhar 24 horas por dia, como o seu sistema de segurança, e devem ser dedicados para esse uso, ou seja nunca deve ser compartilhado com outra aplicação.
  • Ambiente refrigerado: O servidor deve estar condicionado em racks e em ambientes refrigerados, nunca devem ser instalados em portarias, embaixo de mesas ou dentro de armários. Altas temperaturas são as maiores causas de defeitos nos sistemas.
  • No break:
    Além das câmeras, a central de monitoramento também deve funcionar em situações de falta de energia, dimensione o sistema de nobreak para manter todos os equipamentos em operação durante as falhas.
  • Mobiliário técnico:
    Centrais de operações não irão durar se utilizado móveis de escritório, o correto é a utilização de mobiliário técnico que possui durabilidade para garantir a operação por longos períodos.

7- Última decisão do Projeto de CFTV: Infraestrutura física e de rede

A infraestrutura garante que as câmeras, servidores e todos os dispositivos possam ser conectados e suportados. É importante neste passo, avaliar todos os pré-requisitos para atender a demanda do VMS, do Storage, das portas de rede no switch, regras de acesso aos usuários ao sistema, capacidade de processamento dos analíticos, fazendo todos os cálculos necessários para que o sistema de CFTV possa trabalhar sem qualquer gargalo gerado pela falha de levantamento da infraestrutura. 

Verificar se a rede suporta requisitos de alimentação para os dispositivos com suporte a Power Over Ethernet (POE) e configurações avançadas de qualidade de serviço (QoS) e Redes de Área Local Virtuais (VLANs).

A infraestrutura física e de cabeamento de rede deve suportar a tecnologia e estar instalada conforme estabelecido pelas normas, garantindo a segurança e integridade do sistema. Quem diria que definir a infraestrutura seria o último passo para o seu projeto de CFTV?

Criar um projeto de CFTV não é mesmo uma tarefa fácil, mas dividir bem as etapas em um plano de ação aliando as principais necessidades e características dele é uma forma de começar. Um planejamento rico e as ferramentas corretas vão permitir o bom andamento do projeto do início ao fim. Especialistas na área também são importantes na hora de conduzir os trabalhos.

Ficou com alguma dúvida sobre projetos de CFTV? Fale conosco que ajudaremos a encontrar a melhor solução!

Coisas que você precisa urgente saber sobre fontes de alimentação para CFTV

Sabemos que há muitas coisas que você precisa saber sobre fontes, e para facilitar selecionamos os itens mais relevantes a serem considerados na hora de escolher esses importantes equipamentos.

1. Posso usar uma fonte de alimentação na sua capacidade máxima?

Não, não deve, sob risco de comprometer sua vida útil. Todo componente eletrônico, quando energizado, exige uma corrente acima da sua capacidade nominal, até entrar em regime de operação, o que ocorre quase que instantaneamente. Porém, esse pico de corrente gerado nesse curto espaço de tempo, deve ser suportado pela fonte de alimentação. Por esse motivo, é recomendável que se dimensione a fonte de alimentação com folga, de forma que, em regime de operação, nunca seja utilizada em sua capacidade máxima. O recomendável é que a corrente de carga nominal nunca ultrapasse 80% da capacidade da fonte.

Por exemplo, não se deve utilizar uma fonte de um ampere para alimentar duas câmeras que consomem 500 mA cada. Para saber qual a capacidade máxima (em Amperes) permitida em regime de operação para cada fonte, multiplique a capacidade informada pelo fabricante por 0,8.
Exemplo: Para uma fonte de 10 A -> 10 x 0,8 = 8 A

2. Fontes colmeia são protegidas contra curto na saída

Sim, é verdade. Se sua saída for colocada em curto, a fonte não queima, mas sua tensão de saída cairá para cerca de 4 a 6 VDC.

Interessante mencionar isso pois muitas fontes são enviadas para a assistência técnica quando isso acontece. O teste é efetuado e ela funciona perfeitamente. Isso acontece porque quando a saída sofre um curto, a fonte entra no modo de proteção.

A única maneira de sair desse modo de proteção é deixando de alimentar a fonte, o que acontece quando a fonte é enviada para manutenção. Então, se sua fonte colmeia parar de funcionar depois de um curto, antes de enviá-la para manutenção, desligue-a da tomada e espere alguns segundos e volte a ligá-la novamente.

3. Nobreaks são necessários em sistemas de cftv?

Sim, com certeza. Qualquer sistema de segurança que se preze deve ser ligado a nobreaks para que continue em operação quando houver queda de energia. Porém, não adianta utilizar nobreaks de computador, que mantêm o equipamento ligado por apenas mais quinze minutos, tempo suficiente para salvar os trabalhos atuais e desligar o PC corretamente.

Para aplicações em segurança, os nobreaks devem ser capazes de manter o sistema operando por várias horas, até que a energia volte.

4. Atenção com a refrigeração

As fontes que apresentam alta potência são caracterizadas por serem bem refrigeradas e possuírem boa dissipação de calor, sendo que o processo de refrigeração realizado pela fonte está relacionado ao cooler, o que garante a ventilação dos componentes internos.

Exatamente por esse motivo, ao escolher uma fonte para o seu equipamento é importante verificar se o cooler é adequado para a potência da fonte. Esse cuidado é essencial para garantir o melhor desempenho e prolongada vida útil aos componentes.

5. Como calcular a capacidade mínima necessária para a fonte de alimentação?

Some a corrente de consumo informada na especificação do fabricante de cada câmera e DVR e divida por 0,8. (Neste exemplo está sendo suposto que o DVR será alimentado pela mesma fonte que as câmeras).

ATENÇÃO: Para câmeras IR, considere sempre o consumo com o canhão de IR ligado!

Exemplo:
– 8 câmeras com IR de 30 m que consomem 400 mA cada.

8 x 0,4 A = 3,2 A
– 8 câmeras com IR de 40 m que consomem 500 mA cada.

8 x 0,5 A = 4 A
– DVR 16 canais que consome 2 A

Total: 3,2 + 4 + 2 = 9,2 A que a princípio poderiam ser fornecidos por uma fonte de 10 A, porém, dimensionando a fonte para trabalhar a no máximo 80% de sua capacidade, temos: 9,2/0,8 = 11,5 A.
Sendo assim, a fonte a ser utilizada teria que ser de no mínimo 11,5 A.

Conclusão:

De nada adianta ter boas câmeras se você não tiver equipamentos de qualidade em todo o seu kit de monitoramento residencial.

Você pode até mesmo queimar suas câmeras e DVR se usar fonte para câmera de segurança de baixa qualidade.

Opte sempre por produtos de qualidade e conte com Fonte CFTV – FC para isso.

Esperamos que tenha gostado da matéria! Se ainda tiver dúvidas entre em contato com nossa equipe.

Como escolher a fonte ideal para seu aparelho?

É claro que se você está lendo este artigo possui dúvidas de como escolher uma fonte, mas calma, é importante conhecer alguns simples conceitos para entender do que falaremos. Saber como escolher uma fonte de alimentação é o primeiro passo para garantir o melhor desempenho e vida útil longa do seu aparelho.

Pode não parecer muito importante, mas a fonte de alimentação afeta diretamente o funcionamento de um equipamento. Ela deve ser escolhida obedecendo a certos critérios, tais como potência fornecida, formato e equipamentos disponíveis.

Como escolher uma fonte de alimentação adequada

1 – Calcular a capacidade mínima necessária para a fonte de alimentação?

Some a corrente de consumo informada na especificação do fabricante e divida por 0,8 isso porque o recomendável é que a corrente de carga nominal nunca ultrapasse 80% da capacidade da fonte. Exemplo: Para uma fonte de 10 A -> 10 x 0,8 = 8 A, ou seja, 8A é a capacidade mínima necessária.

2 – Fazer o cálculo da potência do equipamento

O primeiro passo de como escolher uma fonte de alimentação de qualidade é fazer o cálculo da potência do equipamento. Para isso, é preciso identificar a quantidade de Watts.

Na maioria dos casos, os fabricantes ou vendedores mencionam a potência indicada para as fontes de alimentação que deverão ser escolhidas.

3 – Escolher uma fonte com o dobro de potência

Uma fonte de maior potência evita a geração de calor, fazendo com que a fonte trabalhe com o máximo de eficiência energética.

Optar por uma fonte que tenha o dobro da potência exigida pelo equipamento é o ponto-chave para garantir pleno desempenho e aumento da vida útil dos componentes. Desse modo, você precisa escolher um modelo de acordo com a quantidade de watts referentes à potência do equipamento.

4 – Escolher marcas conhecidas

O próximo passo de como escolher uma fonte de alimentação de qualidade é pesquisar as marcas mais conhecidas e confiáveis no mercado, evitando de comprar fontes genéricas ou com potência reduzida. Além de estar por dentro das melhores marcas, outro passo importante é observar a certificação das marcas e comprar apenas em lojas confiáveis.

5 – Evite fontes muito baratas

Quando o assunto é escolher uma fonte de qualidade, vale muito o ditado popular de que “o barato sai caro.” Fuja de fontes com preço abaixo do mercado, já que em questão de pouco tempo elas podem causar sérios problemas no equipamento e ainda gerar muitos gastos extras com manutenção e até mesmo compra de um equipamento novo.

Qual a diferença entre voltagem e amperagem?

Amperagem é o termo leigo quando se quer referir à corrente, enquanto o termo voltagem se refere a tensão.

Você pode muito bem falar “amperagem” se estiver conversando com outra pessoa e estiver explicando as coisas de maneira mais simples, mas sempre que possível diga “corrente” se precisar respeitar o termo técnico. A mesma coisa no caso da voltagem para se referir a tensão. No caso da escrita, uma opção é usar os termos entre aspas, mostrando assim que você está usando uma linguagem coloquial.

As terminologias no inglês é que fazem também com que possamos nos confundir um pouco, onde o termo “amperage” (no mesmo sentido usado do “amperagem”) é perfeitamente aceitável e bastante usado. Igualmente nos casos dos termos “voltage” e “wattage”.

A importância de escolher uma boa fonte de alimentação

Além de garantir o desempenho do equipamento e aumentar a vida útil dos componentes, a escolha de uma boa fonte de alimentação é essencial para:

  • Evitar o aquecimento
  • Evitar ruídos;
  • Evitar acidentes devido ao aquecimento exagerado do equipamento (curtos e até mesmo incêndios);
  • Inibir a ocorrência de tensões instáveis;
  • Impedir a deterioração dos componentes internos;
  • Evitar constantes manutenções no equipamento.

A Fonte CFTV – FC possui diversos modelos de fontes de alimentação que atendem às necessidades de todos os equipamentos, oferecendo segurança e qualidade.

Com todas essas dicas de como escolher uma fonte de alimentação fica muito mais fácil acertar ao optar por aquela que melhor atenda às necessidades do seu equipamento, garantindo pleno desempenho e durabilidade de todos os componentes.

Dúvidas ainda? Fale com nosso atendimento e poderemos lhe orientar!